ALTO RISCO
1. Parente de 1o
grau com pólipo ou câncer no intestino com menos de 60 anos.
Se a colonoscopia aos
40 anos ou 5 anos antes for normal, repetir em 3 a 5 anos.
2.
Pessoa com história de pólipo no intestino.
Colonoscopia em 4 meses a 5 anos. Depende do tipo e do número de pólipos encontrados.
3.
Pessoa com história de câncer no intestino.
Colonoscopia a cada 1
ou 2 anos independente do encontro ou não de pólipos.
4. Pessoa com
história de Doença de Crohn ou de Retocolite ulcerativa.
Colonoscopia anual após 7 ou 10 anos de diagnóstico da doença.
Veja mais
sobre o Câncer Colorretal |
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DOENÇAS DO ÂNUS |
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Abscesso Anorretal - Veja Mais |
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É uma coleção purulenta localizada em torno
do reto e do canal anal. Cerca de 90% ocorre pela infecção nas glândulas do
canal anal e o restante se deve a traumatismos. Apresentam uma dor
importante que piora ao evacuar e é quase sempre acompanhado de febre e
comprometimento do estado geral. Devem ser drenados cirurgicamente e
prescrito antibióticos. |
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Fístula Anorretal - Veja Mais |
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São trajetos anômalos ligando o reto e o
canal anal com a região perianal. A maioria origina-se de abscessos
anorretais drenados cirúrgica ou espontaneamente. Eliminam um material fecal
ou purulento em torno do ânus por um pequeno orifício e queixam-se de
prurido. Tratamento cirúrgico. |
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Fissura Anal -
Veja Mais |
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É uma úlcera dolorosa e pequena que atinge o
ânus e o anal anal. A principal causa é a hipertonia do esfíncter interno
junto com a eliminação de fezes endurecidas. Há relato de dor intensa, tipo
rasgando, ao evacuar seguido de sangramento. Tratamento clínico para as
agudas e cirúrgico para as crônicas. |
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Hemorroidas
- Veja Mais |
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São dilatações das veias do canal anal. Pode ser interna cujo sintoma é o
sangramento ao evacuar ou externa que se manifesta pela dor e ainda a mista
com os dois sintomas. Quando sintomáticas indica-se algum tratamento além do
clínico, pela tendência à piora progressiva, seja a ligadura elástica dos
mamilos internos ou a cirurgia completa quando mista. |
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Cisto
Pilonidal - Veja Mais |
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É uma lesão localizada entre as nádegas.
Quando não infectado observa-se um orifício com ou sem uma tumoração por
onde pode sair um líquido, e quando infectado manifesta-se como um abscesso.
Sempre de tratamento cirúrgico, pode ser o aberto ou o fechado, se
infectado ou não. |
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Verruga Genital/Condiloma -
Veja Mais |
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É uma verruga de causa virótica que pode ter
uma transmissão sexual. É necessário afastar o acometimento do canal anal e
reto. O melhor tratamento consiste na eletrocauterização combinado com o uso
de cremes antiviróticos e o uso de um estimulador do sistema imunitário via
oral. |
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Plicoma
Perianal - Veja Mais |
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É uma protuberância da pele em torno do
ânus, normalmente ocorre após uma trombose hemorroidária externa. Quando
sintomáticos devem ser retirados cirurgicamente. |
Papilite e Criptite - Veja Mais
| Processo inflamatório
que acomete as papilas ou as criptas anais, normalmente
secundário aos traumatismos no canal anal. Manifestam-se por discreta
dor ou ardor anal, que piora ao evacuar e ao andar e é, às vezes,
acompanhada da saída de muco (catarro) e quando grave, pus. Pode ainda
dificultar a evacuação. O tratamento
é inicialmente clínico com o uso de uma dieta rica em fibras e de
um laxante emoliente, analgésicos, antibióticos, banhos de assento em
água morna (é proibido o uso do papel higiênico) e cremes. A cirurgia é
reservada para os casos agudos que não melhoram clinicamente e para os
crônicos. |
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Prurido
/ Coceira Anal - Veja Mais |
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O prurido
(coceira) anal consiste em uma patologia bem definida e na maioria das vezes
de difícil tratamento. Acomete mais os homens que as mulheres, de
preferência os adultos jovens (20 aos 40 anos).
Pode ser primário
ou idiopático ( sem uma causa identificável ), mas provocada por higiene
precária, calor e umidade excessivos, dieta inadequada e psicológica
ou secundário a uma causa identificável: vazamento fecal oculto, doenças
anorretais, dermatites, parasitoses, doenças sistêmicas, sexo anal, etc. |
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Tumores do Canal Anal - Veja Mais |
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Embora
sejam bem menos freqüente que os tumores do cólon e do reto, o câncer
do canal anal tem grande importância devido a sua grande morbimortalidade.
Correspondem de 1 a 2 % dos tumores do aparelho digestivo. Apresentam, na
maioria, bom prognóstico. Os mais freqüentes são os espinocelulares e os
adenocarcinomas. |
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Doença
Sexualmente Transmitida - Veja Mais |
O
anorreto vem sendo utilizado com uma freqüência cada vez maior nas relações
sexuais, com um subseqüente crescimento na incidência e na variedade de
doenças sexualmente transmitidas ( DST ).
Condiloma Acuminado;
Linfogranuloma Venéreo;
Herpes
Simples Genital;
Molusco Contagioso;
Gonorréia;
Cancro Mole;
Sífilis;
Donovanose
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DOENÇAS DO CÓLON |
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Constipação
- Veja Mais |
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Consiste
na eliminação infrequente de fezes endurecidas, de pequeno volume,
com esforço leve a intenso e associado a uma sensação de
esvaziamento incompleto. Pode ser orgânica ou funcional, aguda ou
crônica. Pode levar a várias complicações ou agravar doenças já
existentes. O tratamento é baseado na história clínica e exames
complementas e pode ser clínico, realizado na maioria (quase sempre
com o acréscimo de fibras) ou cirúrgico. A necessidade diária de
fibras é de cerca de 25 g. Deve-se evitar o uso de laxantes sem a
orientação médica pelo risco do abuso e complicações. |
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Doença
Diverticular - Veja Mais |
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São
pequenas bolsas formadas pela protrusão da mucosa do
intestino grosso através da parede do cólon. Podem sangrar maciçamente,
principalmente quando difusos e/ou manifestar-se pela dor na região
inferior esquerda do abdome
com
alteração do hábito intestinal (mais comum). Acomete cerca de 50%
dos pacientes entre os 60 e 80 anos e tende a ser mais grave no
adulto jovem. O tratamento depende da forma clínica, variando do
tratamento da constipação (fibras) até a cirurgia com a retirada
do seguimento acometido, algumas vezes na urgência (inflamação
aguda). |
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Doença Intestinal Inflamatória - Veja Mais
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DIETA |
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Compreende
a retocolite ulcerativa
e
a doença de Crohn. O quadro clínico é quase sempre de diarréia
crônica com muco, pus e sangue, em episódios esparsos a contínua.
A colonoscopia tem possibilitado o diagnóstico de certeza em mais
de
90% dos casos, uma
vez que o tratamento clínico é específico e depende da gravidade.
São crônicas, mas a maioria é controlável com a medicação. Há
um aumento importante da incidência de cancer, sendo maior na
retocolite após os 15 anos de evolução. |
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Pólipo Colorretal- Veja Mais |
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É
qualquer lesão que se projeta na mucosa, de forma regular e
circunscrita. Pode ser benigno, pré-malígno ou malígno. A maioria não causa sintomas, mas podem
provocar
sangramento
pelo ânus, perda de muco, diarréia/constipação e dor abdominal.
A colonoscopia diagnostica cerca de 90% das lesões. O tratamento
consiste na exérese de todos, endoscópica ou cirurgicamente, uma
vez que a conduta e controle depende da classificação. |
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Câncer
Colorretal - Veja Mais |
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No
ocidente, de cada 20 pessoas, uma o desenvolverá. Reto-48%, sigmoide-28%, restante-24%.Ocorre uma interação dos fatores
ambientais e genéticos no seu desenvolvimento.
Principais sinais e sintomas: sangramento pelo ânus, anemia,
diarréia/constipação, dor abdominal e emagrecimento. O exame
proctológico diagnostica cerca de 50% dos tumores e colonoscopia
praticamente o restante. O tratamento, em sua grande maioria, ainda
é cirúrgico, por meio da ressecção da lesão. |
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Retite Actínica / Radiação - Veja Mais |
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Lesões no reto provocadas pela
radiação (irradiação) da radioterapia para tratamento de cânceres da
bexiga, do reto, da próstata, dos testículos e ginecológicos.
Retite Aguda:
quase 50% dos pacientes apresentaram
sintomas durante o tratamento radioterápico.
Retite crônica: em até 20% dos pacientes submetidos a
essa modalidade terapêutica observa-se complicações em longo prazo.
A eletrocoagulação bipolar, disponível no serviço,
apresenta resultados semelhantes a eletrocoagulação com gás de
argônio, mas com menor custo. |
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